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  • José Amorim de Oliveira Júnior

ASSERTIVIDADE PARA ESCOLHER: MIGALHAS OU PLENITUDE?


Veja essas 2 situações, muito comuns hoje em dia:⁣

💔Uma pessoa trabalha em uma empresa onde é tratada de forma injusta, é desrespeitada, sofre assédio moral.⁣

💣 Uma pessoa vive um Relacionamento Abusivo, é agredida verbalmente (quando @ companheir@ tem acessos de raiva) ou fisicamente e, depois, pede desculpas e ela AINDA não encontrou forças para se livrar da situação.⁣

O que ambas as situações tem em comum?⁣

🚧 As pessoas de ambas as situações foram sendo machucadas, elas vivenciam o que o psicólogo Martin Seligman chamou de IMPOTÊNCIA APRENDIDA: foram cedendo, se tornaram PASSIVAS e passaram a se ver como impotentes, se sentindo incapazes de reverter a situação e o rumo que a sua Vida tomou...⁣

🚥 Muitas vezes lidamos com as situações com PASSIVIDADE como uma forma de evitar conflitos, agradar o outro, devido à dificuldade que temos de expressar nossos sentimentos e necessidades ou por confiarmos que o outro irá cuidar de nós. Com o passar do tempo, isso acaba nos levando à falência existencial, a ponto de ficarmos tão esgotados, sem vitalidade, apáticos, que perdemos a vontade e o ânimo de viver. É comum pessoas que chegaram a esse ponto usarem expressões como “não aguento mais”; “desisto”; “já não sei mais quem eu sou”; “não tenho mais forças para lutar”; “tenho vontade de largar tudo, de sumir”...⁣

💡 Paulo Coelho tem uma frase muito sábia, a esse respeito: “Você não se afoga caindo em um rio, mas FICANDO SUBMERSO nele”.⁣

🚣Uma habilidade que podemos usar para superar essa situação é desenvolvermos a ASSERTIVIDADE, a capacidade de nos posicionar, expressar os nossos sentimentos, opiniões e necessidades, reivindicar nossos direitos.⁣

Veja algumas DICAS sobre como superar essa situação. Acredito que não viemos a esse mundo para nos contentarmos com migalhas. Fomos criados para viver em Plenitude e merecemos alcançar o nosso florescimento🎯:

Peça ajuda. Sempre existem pessoas, grupos ou instituições que poderão te ajudar;

Aprenda a colocar-se em primeiro lugar. Não queira sempre agradar e satisfazer as necessidades dos outros;

Tome decisões que são melhores para seus interesses e necessidades;

Expresse desagrado, insatisfação, com respeito e educação, mas não deixe de expressar, quando necessário;

Aprenda a dizer SIM e, igualmente, a dizer NÃO, quando necessário. Coloque limites para o outro, não se sujeite a fazer algo quando não queira ou quando sabe que lhe é nocivo;

Fale o que precisa ser falado, mesmo que seja algo desagradável. Você pode fazer isso com leveza e respeito para com o outro.

Não esteja sempre disponível para os outros. Saiba se doar, mas sem se anular.

• Lembre-se que existe algo chamado AUTONOMIA EMOCIONAL. Há coisas que você não precisa PEDIR, como se estivesse se comportando como uma criancinha, que, não tendo autonomia, precisa pedir para os pais se pode fazer isso ou aquilo. Existem algumas coisas que são DIREITOS nossos e não precisamos pedir para ninguém que nos permita exercê-los. No máximo, podemos ou precisamos apenas INFORMAR a decisão que tomamos, independente se a outra pessoa irá gostar ou não;

Seja bom, justo, mas não “bonzinho” (exageradamente bom).

Se autorresponsabiliza por seus comportamentos e se sinta em paz, sabendo que fez o seu melhor.


O que você pensa sobre essa situação? Já se sentiu assim, em algum momento da sua vida, tendo a impressão que foi longe demais, cedendo, suportando o que não deveria ser suportado?


Se você gostou desse conteúdo, compartilhe com uma pessoa que você acredita que possa se beneficiar com ele.

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